Pular para o conteúdo

Medicina frente às compulsões

23/04/2011

Acabei de ler a coluna do famoso oncologista e infectologista Dráuzio Varella na Folha de S. Paulo de 23/04/11, e seu texto me deixou um bocado perturbado e intrigado, para dizer o mínimo. Sob o título “Redução de danos”, Varella propõe que “a questão da vida saudável desvia a medicina de sua função: aliviar o sofrimento humano”. Resumidamente, disserta sobre a impotência dos médicos em conseguir qualquer mudança de hábito significativa o suficiente para fazer com que pacientes saiam de suas condições de dependentes de drogas, comida, álcool, compras, etc. Argumenta que a Medicina dispõe de muito menos recursos terapêuticos que o necessário para intervir onde deve realmente fazer diferença: não na ‘pregação’, segundo ele, por uma vida saudável, mas sim na redução dos danos e da morbidade decorrentes do sedentarismo, obesidade e dependências.

Narra quantas vezes se sentiu impotente ao ser arguido por pacientes em situações de pobreza e encarceramento, que pediam por uma solução para a compulsão e dependência por drogas que os levavam a enormes riscos não só pelo adoecimento como pelas dívidas impagáveis aos traficantes, passíveis de punição com a perda da vida. Cita ainda o exemplo extremo que vivenciou no início de sua carreira médica, quando um paciente dependente de cocaína solicitou sua castração como possibilidade de redução de sua condição degradante, já que o vício o levava a um comportamento sexual compulsivo que não conseguia controlar e o fazia sofrer ainda mais. Por meio da argumentação que essa solução seria radical e irreversível, Varella propôs um tratamento farmacológico que diminuísse os impulsos sexuais por um período ao cabo do qual reavaliariam a questão e, tendo o paciente concordado, meses depois ele se dizia muito mais satisfeito, ainda que dependente da cocaína.

   Varella usa então esse exemplo como referência para o verdadeiro objetivo da Medicina, que não seria o de tentar impor uma conduta ou modelo de comportamento saudável como preventivo de um estado patológico, o que reputa como um desejo fantasioso e mesmo inexequível, mas o de oferecer cada vez mais recursos (sejam eles farmacológicos, cirúrgicos ou outros) para mitigar as consequências das escolhas de consumo que o homem moderno faz.

Consigo entender perfeitamente o sentimento de angústia que o move ao longo de sua argumentação: esse que nos faz entendermo-nos absolutamente inúteis e minusválicos ante a imensidão do sofrimento humano que nos solicita ajuda e solução. A primeira questão que me ocorre é que o que seu texto nos coloca no panorama da tensão ancestralmente identificada pelos gregos, e que sói ser o terreno primordial onde se desenrola o drama médico: a disputa entre Hygea, deusa da prevenção, e Panacea, deusa da terapêutica. Filhas de Asclépios, deus da medicina, ambas estavam sempre disputando a primazia no campo médico e sempre onde uma vencia a outra saia derrotada. Em resumo, numa situação onde se consegue grande resultado na prevenção de doenças o uso de medicações ou outros recursos terapêuticos será grandemente reduzido, e vice-versa.

   Ocorre que a questão proposta por Varella, a da prevenção das inúmeras compulsões e dependências a que são submetidos os indivíduos nas sociedades modernas, deixa de ser exclusivamente médica, pois suplanta em muito as possibilidades e escopo da Medicina, e envolve questões que abarcam aspectos psicossociais, antropossociais e político-econômicos, para situarmos de forma bem sintética.

Mas o que me perturba no texto é a conclusão a que chega, isto é, ao papel que cabe aos médicos no meio disso tudo. E para isso reproduzo na íntegra parte do seu texto:

Não é papel do médico julgar comportamentos de acordo com seus critérios morais, nem é aceitável que a medicina atribua ao doente a culpa moral por ser portador da enfermidade que o aflige.

 A ciência médica moderna deveria abandonar a ficção ridícula de transformar seres humanos preguiçosos, compulsivos, cheios de defeitos e vícios que prejudicam o organismo, em rebanhos de cidadãos bem comportados que passem a existência dedicados a cuidar da saúde acima de tudo, porque sempre haverá aqueles que acharão sem graça viver dessa maneira.

 O que nos falta são tratamentos eficazes e recursos técnicos para reduzir os danos da obesidade, do sedentarismo, da dependência química e das compulsões autodestrutivas que nos atormentam.”

Ao que parece Varella descreve a situação de uma maneira pessimista e dicotômica pendente ao maniqueísmo que pretende evitar, a saber:

- recomenda evitar assumir uma posição moral (por ficcional e ridícula), isto é, evitar um critério de saúde que seja baseado no discernimento da conduta e /ou escolhas de vida, baseado em qualquer modelo ideal;

- porém considera os seres humanos (ou pelo menos uma boa parcela deles) intrinsecamente impossibilitados de qualquer prevenção (por serem preguiçosos, compulsivos, etc.) em relação à saúde, e que mesmo que ela fosse possível em tais casos a resultante seria desprovida de sentido (‘sem graça’), pois derivada de um ‘comportamento de rebanho’, como se uma compulsão também não o fosse, em grande medida;

- portanto não haveria outra saída: entre a compulsão e o “fator rebanho” restaria então ao médico moderno apenas o desenvolvimento e aplicação de recursos terapêuticos (fármacos, cirurgias, etc.) que reduzissem os danos, e nada além disso deveria ser objeto da Medicina.

   Ainda que concorde que os recursos terapêuticos estejam dolorosamente distantes de oferecer a redução de danos necessária e desejada nos casos em que são indicados como nos exemplos que ele narrou, e ainda que entenda o cenário dramático que ele descreve, considero grave a forma com que abdica e desiste de qualquer intervenção preventiva. Concordo também que pretensões higienizadoras antiquadas, totalizantes no campo médico e fechadas ao diálogo com outras áreas acabam gerando verdadeiras distopias que por fim produzem mais sofrimento exatamente onde pretendem evitar, sem falar de sua inutilidade frente à diversidade e pluralidade da existência humana. Porém qualquer tipo de prevenção na escala necessária para se abordar a questão das dependências/compulsões não se faz modernamente apenas e exclusivamente no campo médico, e sim de maneira não só multidisciplinar como a partir da demanda e envolvimento da sociedade no processo, sem o qual nada pode ser feito a contento.

A meu ver o problema que o discurso de Varella oculta parece ser o de referir-se a uma forma ‘moderna’ de fazer Medicina ainda contaminada, mesmo que inadvertidamente, pelo antigo e prepotente olhar médico, exatamente o qual se frustra e o faz sentir-se impotente perante uma tarefa impossível que se impõe de maneira unilateral. Obviamente que esse tipo de ‘olhar ideal’ deva ser abandonado, mas será que à custa de reduzir o ato médico apenas ao desenvolvimento técnico/terapêutico?

Samuel Hahnemann (1755-1843) dizia no primeiro, segundo e nono parágrafos de sua obra seminal (*):

A mais alta e única missão do médico é restabelecer a saúde nos doentes, que é o que se chama curar (…) o ideal máximo de cura é o restabelecimento rápido, suave e duradouro da saúde, ou remoção e aniquilamento da doença em toda sua extensão, de maneira mais curta, segura e menos nociva, agindo por princípios facilmente compreensíveis (…) para que [possamos] dispor desse [organismo] vivo e são para atender aos mais altos fins da nossa existência”.

   Sem dúvida a amplitude, profundidade e impacto dessa proposição derivam do fato dele não se furtar a assumir uma assertiva filosófica (ética e metafísica) explícita, intrínseca e fundamental ao papel da Medicina. Todos homeopatas sabemos o quão pateticamente raro é que consigamos chegar sequer perto desse ideal proposto, e quão ingenuamente nos parece distante da realidade que isso seja possível. No entanto, ainda que reformulado à luz da modernidade, essa proposta idealista ainda nos orienta para que desejemos o melhor possível dentro da condição humana. Parece-me que abdicar dessa possibilidade significa também uma negação da possibilidade da crítica das condições históricas, biopsicossociais e político-econômicas geradoras das patologias ligadas á dependência e compulsão. Mais propriamente significa, por fim, uma adesão ao seu ciclo perverso e vicioso, com perdão do trocadilho: estamos condenados a consumir compulsivamente comida, drogas e tratamentos, todos alta e pragmaticamente eficazes. Uma perspectiva deveras sombria caso viesse de um médico ao qual tivesse ido buscar ajuda…

(*) ‘Organon da Arte de Curar’, cuja primeira edição foi publicada em 1810 e a sexta e última em 1921.

17 Comentários leave one →
  1. 24/04/2011 00:12

    Realmente ele pega pesado não considerando que nós, seres humanos, podemos ser “ativos” tanto no adoecer qto no ato de nos curarmos de alguma forma! Deixa td p/ o grande homem “médico” e para a “medicina” que deveria ser supostamente a ciência das ciências e curar td e todos sem discriminação! rsrs
    Não é bem assim que as coisas funcionam, me parece. A própria física moderna não anda dizendo que funcionamos em rede, onde td influencia em td? Isso me parece mais contemporâneo do que um médico que procura curar a todos com onipotência e pessimismo!
    Mas, como é o Varella, que ficou no Carandirú, que escreveu “Por um fio”, livro que me ajudou muito a enterrar meu pai e minha mãe, eu o perdôo por completo por esse artigo “gauche” que ele deve ter escrito num mau dia!
    Garanto que ele é do bem e foi movido por muita angústia onipotente para escrever esse artigo!
    Acho que ele adoraria poder dar um remédio que curasse as compulsões sem ter que privar seus pacientes de td que mais gostam de fazer…
    E eu, por outro lado, como paciente, adoraria tomar meus remedinhos e ter a certeza de que estaria curada e protegida pra sempre!

    • 24/04/2011 00:43

      Concordo contigo, todos temos direito um mau dia de inspirações, e uma ‘angústia onipotente’ dessas como vc bem descreveu não perdôou e deu nesse texto dele… que bem tem o mérito de nos permitir um par de boas reflexões… []s!

  2. 24/04/2011 19:53

    Caro Jorge, mais uma vez voce disseca com maestria cirurgica temas implicantes e coloca luz nas trevas deste pseudo artista/pensador-global que infelizmente desdenha a ciencia homeopatica de maneira ignorante e preconceituosa. Com certeza ele não leu nada sobre Hahnemann e continua míope.
    abraços
    Helio

    • 24/04/2011 20:11

      Na verdade nesse caso não houve envolvimento da Homeopatia por parte dele, apenas achei que o modelo homeopático seria capaz de um interessante contraponto c/ a visão médica proposta por ele. []s!

  3. Isabel Christina Gonçalves Link Permanente
    27/04/2011 21:59

    Jorge no dia 23/04, quando li este seu post, tive o ímpeto de comentá-lo imediatamente, mas algo me impedia. Esperei que o tempo me fornecesse a resposta e somente hoje consigo fazê-lo.
    Com respeito ao meu sentimento em relação ao artigo do Varella, creio que me identifiquei com ele no quesito angústia. A cada novo dia, quando inicio meu trabalho no consultório, é impossível não admitir que me encontro frente as novas formas ou manifestações do adoecer humano, cada vez mais complexo. Até a algum tempo atrás, o homem era visto e estudado por partes e as doenças eram: do corpo físico, ou da mente, ou da alma. Atualmente o sofrimento não se dá mais em áreas específicas e as pessoas adoecem por inteiro em todas as esferas no que tange o humano. Dentro deste ponto de vista, o profissional da área da saúde, seja esta física ou mental, torna-se engessado e impedido de exercer suas funções de acordo com o ideário maior de sua formação, e acaba por oscilar entre o desejo onipotente de curar e/ou ajudar seus pacientes e a dura realidade de sua impotência frente aos mesmos.
    Concluo que diante das mudanças que gradativamente vêm se impondo em todas as esferas do nosso conhecimento, nos vemos forçados a admitir a necessidade de criarmos e descobrirmos novas formas de abordagens e intervenções, para podermos dar conta das “novas doenças” que ora começamos a nos deparar. É preciso, e com urgência, um novo “olhar” ou continuaremos impotentes.
    Quanto ao Dráuzio Varella louvo o seu desprendimento, pois mesmo sendo um profissional atuante na mídia, teve a possibilidade e a coragem de se expor, não como o profissional médico que sabe todas as respostas, mas principalmente ser aquele que não as encontra mais e por este motivo, humanamente, sofre e se angustia.

    • 27/04/2011 23:01

      Pois é Isabel, respeito o Varella e sua vastíssima experiência profissional e de vida, e penso que me idenfico, como vc, com sentimento de angústia que ele tão bem nos apresenta. Mas creio que frente a esse sentimento uma escolha fundamentalmente filosofica se nos impõe, de forma consciente ou inconciente. A que ele apresentou não me satisfaz, e senti que devia apresentar uma outra pudesse ser útil para alguém que se sentisse como eu. Caso contrário, temo, essa mesma realidade cada vez mais difícil que nos é apresentada dia a dia, como vc tão bem comentou, nos deixará com ainda menos opções, por mais insuficientes que já sejam…

  4. Isabel Christina Gonçalves Link Permanente
    28/04/2011 22:25

    Jorge, vc tem toda razão em suas colocações e o mínimo que podemos fazer é tentar apontar alguns caminhos, que nos façam sentido e nos são conhecidos. Tenho me deparado com alguns casos tão difíceis, que por alguns instantes me identifico com o sentimento apontado pelo Dráuzio e acabo em uma posição mais pessimista. No momento em que li o artigo do Varella no final de semana, antes mesmo de ler o seu comentário, o que mais chamou minha atenção foi a questão da angústia. Me detive no fato dele ser uma figura pública e como tal, poder se mostrar de forma frágil e inconsistente, a ponto de ter nos mobilizado de formas diferentes, vc apontando um caminho e eu ficando presa ao sentimento de impotência. Penso que o Dráuzio ao se desvelar diante do leitor, que em sua maioria espera por respostas e certezas, ele se torna humanizado e mais próximo daquele que o lê e também se encontra angustiado e cheio de dúvidas. A meu ver, desta forma, ele abre um campo para a reflexão, quebrando com a imagem onipotente e idealizada que é alimentada pela mídia.

    • 28/04/2011 22:56

      Isso é totalmente verdade Isabel, foi um dos artigos mais interessantes dele exatamente pela vulnerabilidade que vc apontou, e isso nos permite uma riqueza muito maior de de percepções e reflexões do que o material mais, digamos, ‘institucional’ que ele produz para a grande midia, especialmente televisiva.

  5. Moacir Lacerda Link Permanente
    18/07/2011 18:27

    Jorge, li os dois textos e os comentários, como dizemos, “de supetão”. Não conseguia parar de ler. Como alguém paciente… nos dois sentidos, tive que me conter entre a revolta que me imprimiu estreiteza da solução proposta pelo Varella e a solução de minhas próprias angustias, também. Me parece que o que ele propõe é mais ou menos o seguinte: já que não temos a solução ideal, assumamos o protocolo. Entendendo como protocolo as premissas da medicação alopática. Ou seja, jocosamente falando, posso me empanturrar (nem sei se ess palavra existe formalmente) de qualquer coisa pois a medicina vai produzir o antídoto. Não vejo nisso a solução da angustia dele, apenas. Vejo a exaltação das premissas da medicina alopática, levadas a um extremo pragmatismo. Como quem “chuta o balde”. Acredito que ele está vivendo o que em outra área também estou vivendo e que passo a expor a seguir. Sinto uma impotência imensa para compreender definitivamente o plano geral da natureza… Mas nem por isso afirmo que ele não existe. Simplesmente digo que não o entendo ainda. Me lembro de que o Millor escreveu certa feita que já tinha escrito a lápide dele: “morreu sem entender o plano geral”. Me sinto como o Millor, mas alteraria a frase para morreu tentando entender o plano geral. E nem por isso eu digo que o plano não existe, que seria reduzir ao mais pragmático que minha ignorância permite. É o mesmo que no campo filosófico assumir que a incompreensão humana possa produzir conclusões satisfatórias sobre qualquer coisa. É melhor ser mais humano mesmo e simplesmente admitir que não sabe. Mas depois o que faço de minha vida frente a meus alunos… no caso dele frente a seus pacientes? Como continuar a teia da vida? Como manter o prazer em viver quando o que se faz não corresponde ao que se acredita? Me parece que essa é a questão que ele está levantando, e achando a solução do tipo, deixa eu seguir o protocolo, parei de pensar. A premissa é válida mas as conclusões são no mínimo comprometedoras…
    Moacir

  6. 30/09/2011 11:55

    Jorge,

    Reiterando o meu convite, pergunto se não gostaria de publicar este seu artigo no Ecomedicina?
    Suas reflexões são pertinentes e devem ser compartilhadas.
    Abração

    Hylton

    • 30/09/2011 16:41

      Olá Hylton, como vai! Sou leitor assíduo do portal Ecomedicina, do qual sempre recebo mailing. Será uma prazer poder participar ostentando o selo, é só me orientar como proceder. Qto a publicar meu post no portal será uma honra, fique à vontade p/ copiar o que quiser, se precisar que mande em algum formato específico é só dizer. Assim que tiver mais material deste ou outros temas relevantes que deseje divulgação é só me avisar que repercutirei sempre que possível no blog. Parabéns pelo belo trabalho, grande abraço e saudações homeopáticas!

  7. 05/10/2011 12:54

    Jorge,

    Para aplicar o Selo da campanha vá na seção Seu Direito, no tópico “Materiais de Campanha” (terceiro item de cima para baixo) onde encontrará os diversos selos das Prática Integrativas, no seu caso eleja o da homeopatia, copie e cole no seu blog. Tão logo o fala me informe para que eu lhe dê a contrapartida em Links Interessantes.

    Como você não respondeu sobre o seu interesse em publicar o seu artigo “medicinas frente às compulsões” no Ecomedicina, fiquei em dúvida se não tocar no assunto quer dizer não, ou se esqueceu. Sinta-se a vontade de negar, não vejo nenhum problema, mas pensei que no Ecomedicina teria mais visibilidade. E nós faríamos referência ao blog como local de publicação.

    Caso deseje publicar me informe. Vou consultar a nossa jornalista sobre o tamanho do texto, pelo fato de ter mais que 2 laudas.

    Abração

    Hylton

    • 05/10/2011 23:26

      Hylton, segui suas instruções e já coloquei o selo no site, está na barra lateral D, linkado ao Ecomedicina.
      Qto ao artigo, com certeza pode ser publicado, como disse antes será uma grande satisfação para mim tê-lo publicado no portal. É sempre um grande prazer que mais pessoas possam ler o material produzido, ainda mais num site tão importante e relevante p/ nossa comunidade como o Ecomedicina. Se precisar que resuma ou reduza o tamanho posso tentar fazê-lo, é so avisar. Não sei se vc quer simplesmente copiar e colar a partir do blog, mas se precisar que mande em algum formato tipo DOC ou PDF me avise e me diga p/ onde devo enviar, ou se preferir posto num repositorio de arquivos e lhe mando o link p/ download. []s!

  8. 20/10/2011 15:52

    Jorge,

    Pergunto se já viu o seu blog incluido em Links Interessantes do Ecomedicina?

    E o seu artigo quando pretende entregar para que eu planeje a publicação?

    Abração

    Hylton

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.